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Este é provavelmente o post mais difícil que escrevi, porque não gosto de falar de mim e tenho uma enorme dificuldade em falar sobre os meus sentimentos. Preciso mesmo de escrever sobre isto, por isso, se não te interessar, podes fazer Ctrl+W. Eu não me zango. For real.

 

Se estás aqui é porque queres continuar a ler, mas antes disso aconselho-te a leres isto para te situares.

 

Tive o meu primeiro ataque de pânico no Dolce Vita Tejo, em Maio de 2011. Estava com os meus pais quando, do nada, deixei de ver. Tinha a sensação que ia desmaiar, e não percebia o que se estava a passar e porque se estava a passar. Apoiei-me à parede, respirei fundo e chamei pela minha mãe. Sentámo-nos num banco durante um bocado e ela deu-me um rebuçado. Porque, provavelmente, eu tinha tido uma quebra de tensão.

 

As noites eram um terror. Eu não conseguia dormir. Sabem quando estão quase a adormecer e de repente dão um salto? Agora imaginem isso durante a noite inteira, sempre que estão prestes a adormecer, o vosso corpo "salta". E depois tentam adormecer outra vez e volta a acontecer o mesmo. E os vómitos, constantes, de madrugada. Eram 3 e 4 da manhã e eu estava acordada a ver o Toddlers & Tiaras no TLC.

 

O que se seguiu foi a perda de apetite. Quando comia ficava cheia de dores no estômago ou com uma vontade imensa de vomitar. Bebia água com gás e tomava ENO e bebia chá, e nada. Tinha também imensas tonturas, principalmente de tarde, em frente ao computador. Mas como bebia café com leite, sempre associei as tonturas à cafeína.

 

Mas, não se ficou por aí. Deixei de conseguir dormir sozinha. A única forma de conseguir adormecer era se estivesse acompanhada. Comecei a pedir ao meu irmão para ficar ao pé de mim até eu adormecer. A minha mãe acabou eventualmente por descobrir e proibiu o meu irmão de ficar ao pé de mim à noite. A única solução que me pareceu válida foi ir dormir com o meu irmão. E digo-vos que não é nada prestigiante para uma rapariga de 18 anos ter que ir dormir com o irmão de 11 para conseguir ter uma noite tranquila, mas era a única coisa que funcionava.

 

No dia 28 de Junho de 2011 morreu o Angélico Vieira. Eu nunca vi os Morangos com Açúcar, nem tão pouco sou/era fã do jovem. Mas a morte dele afetou-me. Foi a primeira morte de uma celebridade que me afetou. As minhas mãos tremiam, sentia-me extremamente desconfortável e não conseguia respirar. Pela primeira vez decidi pesquisar o que estava a sentir. Vocês sabem, para quê ir ao médico quando têm o Google. O diagnóstico que o Google me apresentou foi "Síndrome de Pânico". Ótimo, era só o que me faltava.

 

No dia 23 de Julho de 2011 morreu a Amy Winehouse. Mais uma vez levei uma "chapada" da vida. Mais uma pessoa me vinha provar que não eram só os velhos que morriam. Qualquer um podia morrer, a qualquer altura. E ninguém controlava isso. Os nervos pioraram, comecei a pensar em coisas que raramente me passavam pela cabeça. A minha mãe estava ciente de que algo se passava comigo, porque na altura eu achei que era boa ideia contar-lhe, mas acreditava - e fez-me acreditar - que os nervos derivavam dos exames nacionais, e mal isso passasse os ataques de pânico passavam também.

 

A minha mãe começou a correr. Na primeira semana foi sozinha, na segunda semana foi com o meu irmão e na terceira semana conseguiram arrastar-me. As primeiras vezes foram geniais (tirando os problemas com a asma), mas houve um dia em que fiquei para trás, já depois do fim da corrida, e comecei novamente a ver tudo à roda, mas desta vez nem forças tive para chamar a minha mãe. Deitei-me na relva e tentei respirar fundo. Tive que ir agarrada à minha mãe e ao meu irmão até casa. Eu, que detesto estar dependente de alguém, não conseguia sair à rua sem estar agarrada a alguém.

 

Quando chegámos a casa a minha mãe fechou-se no quarto e explicou ao meu pai o que se tinha passado, alegando que eu precisava de ir ao médico porque isto não era normal. O meu pai disse que eu não precisava de médico nenhum, porque o problema estava na minha cabeça e que estava a ficar maluca. As paredes não são anti-som, desculpa aí mãe.

 

Uma noite, no Verão, não me estava a sentir bem, toda eu tremia e tinha suores frios e não conseguia estar quieta. A minha mãe deitou-se ao pé de mim e perguntou-me o que se passava. Quando lhe tentei explicar o que se passava, senti algo semelhante a um choque elétrico a percorrer-me o corpo e voltei a deixar de ver. Sentei-me na cama e comecei a mexer-me muito depressa e a abanar-me, enquanto a minha mãe me tentava agarrar. Eu repetia que não queria falar sobre isso. Parecia que ia morrer, o meu corpo estava a enfraquecer e parecia que uma massa de ar estava a abandonar-me, pelo peito. A minha mãe, farta daquilo, ordenava-me que me recompusesse e voltou ao quarto, onde o meu pai repetiu que eu estava a ficar louca.

 

Em Setembro voltei à escola. Só tinha 2/3 aulas por semana, por estar só a fazer Matemática, por isso, passava grande parte do meu tempo em casa. Os problemas pioraram, não tinha vontade de sair de casa, não tinha fome, não conseguia tomar banho, não tinha vontade de fazer nada a não ser estar deitada na cama. Passava os dias exausta por mais horas que dormisse. Quando ia para as aulas tinha ataques de pânico na sala de aula. Decidi procurar ajuda e fui falar com a psicóloga da escola. Expliquei-lhe mais ou menos o que sentia pois, como já disse no início deste post, é-me muito difícil explicar o que sinto, especialmente neste caso em que tudo na minha cabeça era uma confusão. Contei-lhe dos ataques de pânico e do diagnóstico do Google e da falta de vontade em fazer tudo e das dificuldades em respirar e das tonturas. Ela perguntou-me o que é que eu achava que tinha despoletado isso. Contei-lhe do facto de ter chumbado no exame de matemática e ter visto toda a gente a entrar na faculdade menos eu, contei-lhe da Ana, que era a minha melhor amiga até ter decidido que os amigos que lhe vendiam droga eram mais úteis que eu (palavras da própria) e que para substituir a Ana tinha aparecido a Rita, mas que eventualmente achou que o namorado e as amigas sociais eram mais importantes e que me sentia sozinha e que não tinha praticamente ninguém em quem confiar.

 

A psicóloga fez-me agarrar uma garrafa e disse-me que aquela garrafa era uma pessoa, depois pediu-me para apertar a garrafa com força. A garrafa começou a tremer na minha mão. "Esta és tu", começou "quando uma pessoa está sujeita a muita pressão, começa a ceder." E diagnosticou-me. "Tens efetivamente ataques de ansiedade. E também noto aí uma depressão." Aí ripostei. "Depressão? Não. Eu não estou triste." Explicou-me que a depressão não é só estar triste, o facto de andar "dormente", ou seja, não sentir nada, também era um sintoma de depressão. Todas as segundas feiras, depois da aula de matemática, lá ia eu falar com a psicóloga. A minha mãe não achou muita piada, por alguma razão que me escapou.

 

Em Outubro saí da escola onde estava para ir para outra, e fui pela última vez à psicóloga, que pediu para falar com a minha mãe de forma a demovê-la em me mudar de escola, pois só iria piorar a minha situação, e convencê-la a levar-me até um psicólogo (dado que na escola não conseguiria obter o tratamento que preciso).  Até hoje não faço ideia do que a psicóloga lhe disse, mas não mudou nada.

 

No dia 25 de Outubro de 2011, uma terça-feira, não tinha aulas por isso acordei por volta das 11 da manhã. Acordei com uma sensação estranha, tinha a cabeça pesada e estava completamente desorientada. Por alguma razão o meu cérebro começou a pensar em coisas completamente descabidas do género "se calhar morri e por isso estou assim desorientada". Levantei-me ainda meio desorientada e ao encarar o primeiro espelho que me apareceu à frente, desatei a chorar. Corri de volta para a cama e fiquei lá deitada até cerca das 16h, com a televisão num volume baixo pois o som estava a fazer-me confusão. Ainda não tinha comido nada o dia todo e sempre que me tentava levantar começava a chorar. Não tinha vontade de fazer nada, não tinha vontade de comer. Mandei mensagens a algumas pessoas e ninguém me respondia, a minha mãe não me tinha ligado - o que não era hábito - e isso só fomentou as minhas teorias do "se calhar estou morta". A Bárbara ligou-me passado uns minutos a perguntar se estava tudo bem, e eu entre soluços histéricos de choro expliquei-lhe as minhas teorias loucas que a deixaram completamente baralhada, mas a dizer-me que estava tudo bem. Consegui levantar-me e fritar um hambúrguer, meti-o num pão e comi menos de metade. Quando a minha mãe chegou, gritou comigo por eu ser preguiçosa e não me ter levantado, disse que eu não tinha o direito de estar assim porque não tinha razões válidas (aparentemente as únicas razões válidas para estar triste e/ou ter ataques de pânico estão relacionadas com não ter dinheiro) e disse que a partir daquele dia eu estava proibida de ficar em casa sozinha, tivesse aulas ou não.

 

Nunca mais tive uma crise dessas (tirando aquela vez que desatei a chorar no emprego da minha mãe, antes de ir para a escola, e também não sabia porque estava a chorar e a minha mãe acabou por ter que me levar até à escola dando-me uma reprimenda pelo caminho para não voltar a fazer aquelas figuras em frente a toda a gente porque iam achar que eu era maluca). Mas também não posso dizer que melhorei desde aí. O que aconteceu foi que tentei ao máximo não demonstrar quando me estava a sentir mal, para não ouvir os comentários dos meus pais. Assim, comecei a ter ataques de pânico por ter medo de ter ataques de pânico. E comecei a viver em dormência, sinto que estou a observar a vida de alguém, que eu não sou eu. Não sei como explicar muito bem, é como se estivesse a sonhar. As coisas que vivo não me parecem reais. Muitas vezes olho-me ao espelho e não me reconheço, como se a pessoa que o espelho reflete fosse uma desconhecida.

 

Depois de ter tido decepções com a Ana, com a Rita e com o Lourenço, que acabaram por se afastar de mim; no dia 26 de Abril de 2012 apareceu o André. E foi uma espécie de lufada de ar fresco na minha vida. Não sou de confiar em qualquer um, aliás se são poucas as pessoas que considero meus amigos, são ainda menos pessoas as que confio; mas por alguma razão achei que podia confiar nele. Era uma pessoa que me fazia rir e com quem eu falava de tudo e fazia-me sentir bem. O meu humor começou a melhorar porque eu me sentia bem, então os meus ataques de pânico eram menos frequentes e já não tinha crises de choro e já não parecia que estava a viver um sonho, porque havia alguém novamente a preencher o vazio que eu sentia, e alguém que parecia importar-se. Mas um ano volvido, também o André se fartou e desapareceu (sort of). E, citando Amy Winehouse, I'm back to black.

 

Vou desde já esclarecer-te uma coisa: isto nunca jamais em tempo algum foi amor. Tanto que eu não acredito em amor (talvez um dia faça um post sobre isso). O que te posso dizer é que desde que a Ana saiu da minha vida que ando desesperadamente à procura de um "salvador", alguém que faça com que eu não me sinta tão miserável.

 

Não condeno nenhum deles por terem decidido deixar de falar comigo, não condeno ninguém por se ter afastado porque também tenho noção que não é fácil estar com alguém como eu. Não é fácil estar com alguém que do nada pode ter uma crise histérica e sempre que sai precisa de explicar a alguém o que fazer em caso de se sentir mal, qual é a piada de sair à noite ou à tarde ou o que quer que seja quando há alguém que a meio ou pouco depois de começar tem que sair porque não aguenta o barulho ou por causa das luzes ou porque está demasiada gente naquele espaço... Ou como ser amiga de alguém que acorda em dia mau e desmarca as coisas que já foram combinadas há algum tempo porque não se sente capaz de sair de casa...

 

Sim, eu tenho que dar indicações a alguém que confie num grupo de amigos para o caso de me sentir mal. Sabes o quão triste é isto? Ter alguém constantemente a perguntar-te se te estás a sentir bem? Ou se já queres ir para casa? Saber que estás a prender um amigo de se divertir por causa da tua cabeça? Ou sentires-te de facto mal e teres que ir embora antes da festa sequer ter começado? E fazeres figuras em frente aos amigos da tua irmã... E envergonhares alguém que gostas muito em frente a todos os seus amigos. E teres uma crise histérica no meu da rua e deixares o teu melhor amigo sem saber o que fazer e quando ele liga à tua mãe preocupado porque tu estás claramente fora de ti, a resposta da tua mãe é "Vê se paras com isso que é meia noite e eu tenho que acordar cedo amanhã e não posso estar a preocupar-me com isso".

 

Ou não deixares que alguém goste de ti porque nem sequer tu gostas. Estares constantemente em batalha contigo para fazeres as coisas que mais gostas porque as tonturas não te deixam, porque achas que se estiveres sozinho num sítio algo vai acontecer-te alguma coisa e ninguém vai querer saber. Isto acontece a maioria das vezes quando estou acompanhada pelos meus pais e é a razão de a minha condição piorar quando estou com eles, porque eles não querem saber...

 

Aos amigos que se mantiveram comigo apesar de eu estar meio avariada do sistema, agradeço-vos (Bárbaras e Simão principalmente, estão aqui ♥). Prometo dar o meu melhor para melhorar, assim que consiga receber a ajuda que preciso. Porque sozinha já percebi que não chego lá.

 

Peace out. Sejam amigos.
A Sara odeia-vos. ♥

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8 criticas

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De Antónimo a 06.08.2013 às 14:33

não deves ter Vida para fazeres posts num blog
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De sarahatesyou a 06.08.2013 às 14:35

chegaste a uma conclusão do caralho, parabéns.
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De Antónimo a 06.08.2013 às 14:44

mas era a brincar :-(
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De May a 06.08.2013 às 14:52

porque não vais ao médico mesmo sem os teus pais saberem?
espero que melhores :)
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De Rui a 07.08.2013 às 00:00

Como seguidor e leitor, não sei quem é a Sara. Mas sei que és mais forte do que aparentas ser.

\"But it ain\'t about how hard you\'re hit, it\'s about how hard you can get hit, and keep moving foward.\" Sim, citei Rocky IV.

Sei um pouco do que estás a sentir. Nem lá perto - mas entendo. Se chegaste até aqui, vais chegar onde quiseres. Como dizem no Nemo, \"basta nadares\". Podes não confiar em muita gente, mas alguém já é um começo. Tens o direito de receber a ajuda que precisas, por muito que te digam que não tens o problema que sabes ter e que está tudo dentro da tua cabeça - de facto, está, mas até o tipo mais feliz do mundo se pode sentir assim. Pode ter a melhor vida do mundo, mas isso tira lhe o direito de se sentir, ou melhor, de não se sentir nada?

Por isso, sendo só um tipo que acredita em ti (retirado do pouco que transpareces), tudo o que posso dizer é que tu consegues mais do que pensas. Não te posso explicar como, porque não encontrei a solução para mim mesmo. No meu caso, correr ajuda, porque durante aquelas horas e quilómetros não penso nas coisas que me fazem perder a vontade. Estou lesionado há um mês e não tem sido positivo.

No teu caso, seja o Benfica, a música, ponto-cruz ou trollar putos (which I think we all love your work), tu vais encontrar algo ou alguém que te faça sentir. Penso que falo por uns quantos que também não conheço mas aprecio tal e qual, quando digo que estamos por ti.

Assim termino a minha rant que tem mais clichés que um filme de terror em 2013, mas que é sincera. Seja até qual ponto decidas acreditar que o é.m

Os melhores desejos, de um tipo qualquer. Força!
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De Rui a 07.08.2013 às 00:01

Como seguidor e leitor, não sei quem é a Sara. Mas sei que és mais forte do que aparentas ser.

\"But it ain\'t about how hard you\'re hit, it\'s about how hard you can get hit, and keep moving foward.\" Sim, citei Rocky IV.

Sei um pouco do que estás a sentir. Nem lá perto - mas entendo. Se chegaste até aqui, vais chegar onde quiseres. Como dizem no Nemo, \"basta nadares\". Podes não confiar em muita gente, mas alguém já é um começo. Tens o direito de receber a ajuda que precisas, por muito que te digam que não tens o problema que sabes ter e que está tudo dentro da tua cabeça - de facto, está, mas até o tipo mais feliz do mundo se pode sentir assim. Pode ter a melhor vida do mundo, mas isso tira lhe o direito de se sentir, ou melhor, de não se sentir nada?

Por isso, sendo só um tipo que acredita em ti (retirado do pouco que transpareces), tudo o que posso dizer é que tu consegues mais do que pensas. Não te posso explicar como, porque não encontrei a solução para mim mesmo. No meu caso, correr ajuda, porque durante aquelas horas e quilómetros não penso nas coisas que me fazem perder a vontade. Estou lesionado há um mês e não tem sido positivo.

No teu caso, seja o Benfica, a música, ponto-cruz ou trollar putos (which I think we all love your work), tu vais encontrar algo ou alguém que te faça sentir. Penso que falo por uns quantos que também não conheço mas aprecio tal e qual, quando digo que estamos por ti.

Assim termino a minha rant que tem mais clichés que um filme de terror em 2013, mas que é sincera. Seja até qual ponto decidas acreditar que o é.m

Os melhores desejos, de um tipo qualquer. Força!
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De lourenço a 12.08.2013 às 00:56

Não te "deixei" por causa do teu problema, foda-se se não fosse eu nem sequer tinhas ido ao psicólogo. Sempre me preocupei contigo não venhas com merdas de "ele deixou-me" quando sabes muito bem qual foi a razão.
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De sara a 23.10.2015 às 16:17

Olá Sara :)
Eu sei que é estranho vir comentar um post de há tanto tempo, mas acabei de me deparar com um post noutro blog em que me fez quase instantaneamente lembrar deste teu post. Li isto http://tralhasgratis.pt/psicologia-gratis-3886844 e lembrei-me de como contaste dos teus problemas e de ler algures que a tua mãe não queria que fosses ao psicólogo e não te querer pagar consultas, apesar de admitires que precisas de ajuda, e achei que este link te poderia ser útil. Se quiseres apaga o comentário à vontade/não o aproves (apesar de ler sempre o teu blog nunca comentei, por isso não faço ideia como funcionam os comentários por aqui), mas ao menos já te dei o link e agora fazes o que quiseres com a informação que lá se encontra.
Apesar de não te conhecer para além do blog/redes sociais, espero que consigas a ajuda que precisas. Fica bem.

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